segunda-feira, 5 de julho de 2010

Cindy, ai que saudade!


Meu coração está apertado, as lágrimas não param de cair.
Sinto tanto a sua falta.
Mas Deus quis assim, hoje me despedi de você ao pranto.
Você era a alegria dessa casa.
Você foi a minha alegria.
Você foi a minha companheira.
Com você me divertia.
Aah que saudade, mal consigo escrever.
Gostaria tanto que você estivesse aqui, crescemos juntas, brincamos juntas, você me mordia e eu gritava com você. Já havia me acostumado com as suas mordidas, que elas nem sentia mais dor.
Lembro quando você corria pela casa, querendo brincar, e eu jogava a bola e você buscava, ai que saudade.
A minha gordinha já não estava mais gordinha.
A brincalhona já não brincava mais.
A que enxergava tudo, já não via mais nada.
Só pensava em ficar deitada, a dor aumentou, e você não chorava, foi forte até o último momento.
Esses treze anos foram de muita alegria para mim.
Amanhã é um novo dia, e você não estará mais no meu livro.
Agora vai ficar a lembrança e a saudade.
E que saudade.
Não consigo controlar o meu choro e as minhas lágrimas.
Muitos podem falar: " Mas era só um cachorro!"; não, não era só um cachorro, era a minha amiga de infância.

                                                










Cindy, minha gordinha!
Te amo.                                           

Um comentário:

  1. Own Beth, sinto muito pela Cindy.
    Não adianta falar muito em uma hora dessas, mas espero que todos melhorem logo.

    Beijo grande e se precisar conversar um pouquinho, só me procurar, viu?

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